quarta-feira, 21 de setembro de 2011

SENTIU-SE POETA



E procurou estrelas. Em vão a triste busca, a que procurava uma nuvem mais baixa a encobria. Na procura de palavras apaixonadas, mergulhou dentro de si para descobrir que só o que lhe restava era o desejo incontido, não de se fazer poeta, mas de se fazer mulher, outra vez, daquele que partiu...

8 comentários:

  1. Nossa vida pode ser sempre uma poesia.
    Bom dia Zélia.
    Xeros

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  2. Ás vezes temos que merguhar fundo mesmo e escutar o nosso coração.
    Beijos e lindo dia!

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  3. Bom dia...e no ADEUS ela se refez e novamente, entrou em sonhos e delirios, aquele amor incontido que a tempos no coração guardou e que hora ou outra, volta a tona....bjin,me empolguei...rsrsrs

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  4. Ate suspirei!
    Coragem, às vezes, é desapego
    É aceitar doer inteiro até florir de novo.

    Beijo

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Olá amiga Zélia, dando uma espiada. Um abraço.

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  7. Minha amiga, você é sensacional nos mini contos. Abraços. paz e bem.

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  8. Passando, relendo e aplaudindo, sempre! Bom fds com muitas flores de primavera. Beijinhos.

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